Universo de Memórias

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O que senti Ontem

Recebi de uma amiga e compartilho este pequeno texto-Para nós todas(os)

Nunca, nada será como antes...
Ainda insistimos em ver as mudanças como algo anormal em nossas vidas, em nosso dia a dia. O sol nasce todos os dias, mas… nunca é o mesmo sol e nem o dia é o mesmo. Tem momentos do viver que mudanças muito grandes nos aportam, e mudanças essas que não nos possibilitam insistir que "tudo será como antes". Mesmo abrindo nossos sentidos, mente e espírito para essas novas mudanças, vamos, por assim dizer, nos acreditando que somos capazes de acolher o novo e transpor esse novo àquilo que já foi aprendido, complementando-o.
Apenas necessitamos experimentá-lo e sair ao dia, para que essas nossas novas cores se misturem às cores da vida. Sem exigências, isto é importante. Existe um tempo de adaptação. Comparando-se ao raiar do novo dia, são como aquelas horas que não são nem mais noite(o que não é mais)e nem são dia(o vir a ser)e pouco a pouco vão se misturando ausência e presença de luz, para que tudo acorde, para que tudo possa perceber, acomodar aquilo que a nova luz, o novo dia vai descortinando para a própria vida. Há um tempo nessa passagem, nesse meio de caminho. Ficar além desse tempo é perder oportunidades, é deixar de ver o que a luz do novo dia pode trazer aos nossos olhos. E, como nunca é nada é igual, sempre haverá novas coisas a serem vistas, observadas, vividas e assimiladas.
Observe esse seu tempo de observação, assimilação e aprendizado, mas todas essas coisas existem apenas para se viver, se relacionar, trocar, experienciar. Senão…não há sentido, não tem um porque. Podemos sim, decidir sermos uma caixa, mesmo que bonita e colorida, mas permanecendo fechada e protegida dentro do armário, que torna-se escura, empoeirada e não consegue ter a percepção além das próprias quatro paredes que a contém. São escolhas. Mas nunca, nada será como antes.
*Arminda de Fátima Correia

E, que o Pai Maior nos auxilie(em agradecimento de Alma por ele ao nosso lado nas batalhas diárias)capacitadas por compartilharmos nossos momentos e escolhas.
Meu Beijos de Alma para cada uma de vocês!
Esta é a comunidade que me identifico. Com as pessoas, com o modo de agir, com a maneira de pensar, com a forma de respeitar.
Já descrevi muitos momentos de angústia, de alegrias, de tombar e levantar.
De recriar minha própria vida junto à esta doença implacável e que hoje enxergo mais amena.
Apesar de amar muito minha italianinha sei que os meses passam rápido e o tempo dela pertence a Deus.
Ontem, passei mais um aniversário ao lado desta fênix e quando saí ela olhou-me com ar de contentamento. Não sei explicar ao certo, mas eu sinto.
Gente como eu gostaria de ganhar um abraço, um beijo, uma palavra da rosadinha!!
Que falta me faz isso!
Então nestes segundos em que me senti saudosa...pensei: EU DAREI O ABRAÇO, EU DAREI OS BEIJOS, EU DAREI AS PALAVRAS que mamis sempre pronunciou. Foi o que fiz e me senti tão leve de espírito.
Ontem, Anitinha nos viu na cam enquanto ela tomava seu solzinho e tentava de alguma forma comunicar-se. Olhava para a tela com vivacidade e até um certo ar de questionamento.
Até então ela não estava abrindo os olhos.
Só abriu para as refeições.
Anita, obrigadaaaaaa!!!

Obrigada à quem vibra e chora comigo(quando preciso). Estou mantendo meu equilíbrio e positivismo com ajuda do que leio e nem sempre posto.
Com minha própria auto-estima e FÉ.
Ando repetindo aos ouvidos de mamis:Te Amo muito, muito meu anjo bom. Voe para onde desejar.
Teu espírito é livre, é terno, é bom!

Beijos meu amores!!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Razão-Sensibilidade-Afetividade

Na fé da vida, eu sou capaz de me dizer, com amorosidade, que grande parte das vezes eu não sei o que é melhor para mim ou para todos.
Eu não sei tudo, mas sei o suficiente afim de não desesperar-me, de não lançar-me a tantos medos neste ciclo em que minha Mãe está.
Um pouco silenciosa me encontro, porém sabedora do Eu mais profundo(o dela e o meu).
Aquele que a Alma reconhece e por mais julgada ainda seja(com adjetivos imaginários)separo delicadamente o "priorizar".
Todos esses anos vividos e vivos com Mãe ensinou-me a dar atenção aos que merecem e distanciar-me dos brutos, secos, cínicos e pouco evoluídos. Vista a roupagem quem quiser.
Afinal, o mundo aí se encontra para amarmos(preferencialmente), porém insistirmos e investirmos em pessoas que atrapalhem "deliberadamente" o caminho é auto-suicídio.
Quando falo de minha pessoa, daquilo que penso, o mesmo aplica-se à mamis-rosadinha.
Não se trata de clichê, mas de algo maior! Portanto, quem não a ama, não me quer bem e quem não me quer bem, não dará nada de si à ela.
Deixei de questionar nuances da doença.
A única frase que ronda meus pensamentos de quando em vez é: -Até quando?
Não escrevo isto com intenção de livrar-me da minha amada e nem com ansiedade. Apenas, em uma parte pequena, da minha alma já tão calejada a frase chega(tal como hoje).
Conheço razões e sensibilidades e por este motivo acredito no melhor, mesmo que algumas vezes, de cara, eu não consiga entender.

No momento em que sinais estiverem aptos e atentos o título fará sentido.

Baixo nível de testosterona é associado à Doença de Alzheimer-Fonte Yahoo

Homens com hormônio em baixa têm maior predisposição à doença.
Homens que apresentam baixos níveis de testosterona  podem estar mais propensos a desenvolver a Doença de Alzheimer, de acordo com um estudo da Universidade de Saint Louis, nos EUA. Segundo os pesquisadores a descoberta serve como alerta para homens mais velhos com baixos níveis do hormônio e que apresentam problemas de memória ou outros sinais de comprometimento cognitivo.

Para compor esse estudo, 153 homens foram acompanhados em centros sociais. Todos eles tinham mais de 55 anos de idade e não tinham nenhum tipo de demência. Destes homens, 47 tinham comprometimento cognitivo leve ou problemas com perda de memória. Os níveis de testosterona foram acompanhados periodicamente.

Após um ano de pesquisa, 21% dos homens que faziam parte do grupo com algum desvio cognitivo, desenvolveram a Doença de Alzheimer. Todos eles tinham níveis mais baixos de testosterona em seus tecidos do corpo, além de níveis elevados de apolipoproteína E, substância que está correlacionada a um maior risco de doença de Alzheimer e pressão arterial elevada.

De acordo com os cientistas, a testosterona pode ter um valor protetor contra a doença de Alzheimer. Segundo eles, o próximo passo é realizar um estudo em grande escala que investiga o uso do hormônio masculino na prevenção da doença de Alzheimer. Para homens mais velhos, a reposição hormonal da testosterona em homens com problemas de memória, pode ser uma medida preventiva para protelar o Alzheimer.  
  

sábado, 2 de outubro de 2010

A Visão de uma Psicóloga

DOENÇA ALZHEIMER
CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A DOENÇA!
Um olhar mais humano é o que precisamos!

Encontro de Arlete e D.Lair em Campinas SP
 “Haverá sempre encontros entre os seres e um sempre olhará pelo outro”

Conhecer para se manifestar!
O mundo inteiro proclama por justiças, mas quem faz as leis são os mesmos homens que as condenam. Quantos de nós ficaríamos parados diante de fatos grotescos e acontecimentos trágicos? Quantas vidas seríamos capazes de salvar e quantas vezes nos propomos a salvá-las?
O fato é que as doenças muitas vezes se tornam obras humanas de puro descaso. A maior parte da humanidade condena, mas não se manifesta e, não se mobiliza, não transforma.
Portanto não é irrelevante colocar a frase: “-Somos todos responsáveis pelas vidas humanas!”
A doença por si só já faz uma parte e tanto, ela é capaz de transformar vidas, bem como paralisar ou mobilizar pessoas porque as colocam em vários questionamentos.
Os questionamentos humanos têm o poder de mexer com uma grande camada de pessoas porque eles são vistos em forma de ações e reações.
Muitos de nós vamos obedecer a uma lei humana, a da troca. Hoje é impossível falarmos em sobrevivência sem ter em mente a presença de outro ser humano. Podemos sobreviver, mas de uma forma muito doentia. Nosso corpo e mente se adaptam aos diversos lugares, formas, mas é no trocar que nos descobrimos de verdade.
A solidão humana é condição de reflexão, mas nossa vida está muito atrelada a um mundo exterior que nos atinge o tempo todo e temos que participar dele, aprender com ele e transformá-lo para o nosso próprio bem estar e do outro.
O que chamamos de humano é essa capacidade de conhecer-nos dentro de um mundo onde existem outros seres e nos compreender dentro dessa dinâmica e transformá-la para um bem comum.
Essa força em comum é o que todos nós queremos que impere e que por muitas vezes a chamamos de Solidariedade.
A solidariedade é o caminho para muitas curas, para amenizar muitas dores, transformar muitas vidas.
É desse ponto de vista que gostaria de pedir a atenção de todos para as doenças humanas. As piores doenças são aquelas onde existe o abandono, o preconceito, a falta de união.
Sejamos mais humanos quanto à dor do outro, mais atentos conosco, mais flexíveis com o nosso universo, com nossas questões humanas. Sejamos mais curiosos quanto às doenças, saibamos como estas se manifestam e quem são seus portadores, quais os avanços para a cura.
Deixamos de sermos espectadores das dores do outro, vamos ajudá-los de alguma forma, somente assim poderemos ter a nossa própria ajuda, pois tudo na vida é um ciclo, afinal nossos desejos são desejos de muitos outros.
Quando as pessoas se unem, muitos criam coragem e começam a participar. A maioria de nós precisa de estímulos para sair do lugar. Sejamos então estes estimuladores.
Alguma coisa tem que mudar nesse mundo, humanizar é preciso!

VAmos que VAmos!

Falamos em mudanças e a informação é fundamental para mudarmos. Informação precisa e preciosa, aquela que ajuda a entender o dia-a-dia de uma doença. Com boa informação uma pessoa pode se acalmar e reorganizar sua vida, vencer obstáculos e ganhar batalhas. A qualidade de vida deveria ser um objetivo a ser alcançado por todos, mas para isso precisamos fazer com que nossa vida passe a ter sentido.
O que faz sentido para você?
Obviamente o que nos faz mais sentido é aquilo que temos capacidade de criar. Nossa criação é nosso maior patrimônio como humanos. Isso não é diferente para um portador de uma doença. O resgate daquilo que lhe fez sentido é o melhor o remédio para se vencê-la.
Devemos resgatar nossas vontades e nossos desejos humanos, devemos proclamar uma reformulação para as nossas vidas. Devemos procurar no íntimo e nos experimentar como construtores e devemos buscar para as nossas vidas e de outros um “amanhecer mais bonito”.
E se informação é instrumento para muitas melhorias, gostaria de lhes apresentar uma das comunidades no Orkut, a ALZHEIMER RESEARCH, que vem fazendo um papel muito importante para quem tem familiar ou quem precisa e se interessa em compreender melhor a Doença Alzheimer.
Dicas importantes de como lidar com um portador de Alzheimer, o dia-a-dia a ser vencidos, médicos, medicamentos, acontecimentos, internações, parte jurídica, neurológica entre outras e acima de tudo histórias de vidas humanas, muita doação e carinho por parte dos cuidadores e amigos interessados.
Alzheimer é uma doença muito difícil para o portador e muito desgastante para o cuidador, também é uma lição de vida, de cuidados e de amor. Forte são os acontecimentos, as dores sentidas, os dias a ser vencidos. Forte também é a perseverança, a fé é um instrumento diário, as orações são bálsamos para as almas que em conjunto com o amor se tornam energias vitais para os corações guerreiros dos “escolhidos”, os cuidadores. Há tristezas porque também há abandonos por parte de muitos, mas há alegrias porque existem esses “anjos” que não descansam.
Creio que a doença veio para nos ensinar que temos uma jornada e um papel dentro desta e que jamais devemos nos desviar de nossas missões. O auto abandono como indivíduo, nossas faltas e ausências conosco, nossa rigidez diante de nossas vontades próprias em benefício somente do outro nos trai e nos petrifica a alma, por isso, a doença é conhecida como a doença da alma. É uma degeneração do corpo que morre aos poucos e uma “demenciação”, a mente se ausenta e o que mantém a alma de pé é o amor do outro que entra como fonte de energia, mas que não consegue uma comunicação pelas vias conhecidas por todos, ficando somente um olhar vago, que diz muito se soubermos interpretá-lo.
Assim, se quisermos mudar e humanizar o mundo será preciso mudar o nosso modo de pensar sobre ele, nos descobrirmos como pessoas que somos, enfrentarmos nossas próprias angústias, aprendermos a passar por frustrações e acima de tudo nos amarmos verdadeiramente. Urgentemente precisamos nos doar ao outro sem desperdiçar tanta energia própria. Temos que verdadeiramente nos descobrirmos como seres naturais, atrelados a natureza (flora, fauna), captar energias do universo e não das pessoas e revigorar nossas fontes devolvendo a natureza todo o bem que ela nos tem dado.
Respeitar um portador de uma doença qualquer é respeitar a si mesmo, pois ninguém estará completamente imune de portar uma doença ao longo de sua vida. Ajudar na recuperação de uma doença qualquer é exercer o papel de ser humano e assim fundamentar nossas próprias vontades e desejos de receber um bem Maior e transformá-las em realidade.
A Alzheimer Research é uma comunidade amiga do portador da D.A. (doença de Alzheimer)
Na comunidade encontramos muitas histórias de vidas, várias pessoas lutando para um amanhecer mais bonito e uma solidariedade sem tamanho.

Campinas-SP
 Rosana e D.Lair
Dona Lair era portadora da D.A. a mais de quinze anos, mas acima de tudo um ser humano que ensinou um ofício, o de que a vida de um só ser é capaz de transformar muitas outras vidas e aguçar um olhar mais humano. Obviamente outros olhares se afastaram por preconceitos originários da própria ignorância, de um não saber cuidar, de um “não estar nem aí”, mas imperou o amor de alguns seres formidáveis, especialmente de sua filha Rosana Nied que com um cuidado e um trato muito especial fez com que sua vida fosse a mais digna e amorosa possível. Hoje é uma estrela lá no céu! Através dela que todas as estrelas lá no céu se sintam homenageadas!

Curitiba-PR

Dona Alzira completou nesse mês de setembro 86 anos de idade e quase dezoito anos de D.A. e nos ensina que a vida se renova mesmo diante das adversidades. Ela enfrenta hoje as mesmas dificuldades que Dona Lair e família enfrentaram e também recebe tamanho amor e dedicação, um tratamento mais humanizado, especial, cheio de cuidados, especialmente da filha Marília Bahr que tem uma sensibilidade e uma preocupação de entender outras formas de comunicação, principalmente através do olhar de Dona Alzira que lhe é tão supremo. Através de Dona Alzira, carinhosamente chamada de italianinha rosada homenageamos outros portadores da D.A., seres humanos que nos ensinam a ter um olhar mais atento e a alma mais profunda em relação ao cuidar aos cuidados.
 Marília Becher Bahr
Acesse o blog e conheça mais sobre histórias de vida e o dia-a-dia de um portador e cuidador de Alzheimer.

Há no mundo todo muitos portadores da doença Alzheimer. Os portadores de D.A. merecem nossa atenção não só pelos aspectos da doença, mas também pelas formas de tratamento que lhes são oferecidas. Há muito descasos com os portadores e fatalmente muitos abandonos. Que esses dois exemplos de amor sejam seguidos por todo o mundo e que não fique nenhuma dúvida: - O AMOR é o caminho da cura para a alma humana!  
Os cuidados com os portadores de D.A. merecem destaque, mas temos que ressaltar a participação de pessoas solidárias que também faz parte do processo de um olhar mais humanizado. Na comunidade Alzheimer Research, encontramos pessoas engajadas na causa, que independentemente de terem entes doentes procuram ajudar os cuidadores, confortando, orientando, participando de todo um processo de aprendizagem e sensibilização humana.
São Miguel - RN

Anita Lira se destaca exatamente por proporcionar aos cuidadores essa sensação acolhedora, fortalecendo os elos entre as pessoas, trazendo sempre uma mensagem de amor e esperança. Ela representa outros que de alguma forma vem ajudando e incentivando o cuidar no dia-a-dia do portador, sejam na forma de oração, mensagens, apoios individuais, informações preciosas sobre a doença, dicas, etc. 
Nosso convite é para que todos participem!



Texto: Arlete Bistocchi

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Cuidador desgastado precisa de auxílios

Você espera uma vida para conhecer
Alguém que o entenda e o aceite
como você é. Enfim, você descobre que
esse Alguém, desde o princípio, era
você mesmo.

Richard Bach - Manual do Messias

Citei nas outras postagens o Cuidador e nas leituras, entre milhares, o que muito se observa é o desgaste progressivo "de quem cuida" e não consegue cuidar-se por inúmeros motivos.
No início aquele que se prontifica ou não tem outra opção acredita ingênuamente em dar auxílio total e irrestrito sozinho sem ocorrências para sua própria saúde corporal e emocional.
O tempo passa, as fases do portador chegam lentamente e/ou rápidas demais, os problemas acumulam-se, o fôlego já não é o mesmo(o cuidar não se restringe somente ao Amor e Carinho).
*Pegarei este gancho(Amor e Carinho)antes de concluir.*
CUIDAR:exige força física, força interior, disposição integral, portanto, quando alguém assume solitáriamente este envolvimento não faz a mínima ideia do que seja encarar tudo até as fases mais complicadas surgirem. Disso posso falar com propriedade, pois cuidei de minha Mãe fofa sozinha e só descobri Cuidadora há um pouquinho mais de cinco anos. Refazendo os cálculos fiquei mais ou menos 13 anos sem auxílio braçal. O Alzheimer veio antes sem o diagnóstico. Minha Mãe(por experiência desde 2008 e avaliações médicas)completará em Outubro dezenove anos ou mais inserida neste caminho.
-O quê escrever?
Ignorarmos o Cuidador e o Cuidado seria um erro enorme, mas fixarmos que SÓ de beijinhos e abraços o familiar adoecido não vive.
Então, todos começam com uma disposição incrível e sequer imaginam aquilo apresentado à frente(futuro).

Atenção aos iniciantes. Nada será como antes. Isto não é pessimismo. 
É preparação. É realidade.
Você terá um adulto perdendo-se, um adolescente em tempos de teimosia, uma criança sem juízo algum, um bebê totalmente dependente e um feto no aconchego do útero de uma mãe.
Os personagens são fáceis de identificarmos: Você, que era uma filha ou um filho, tornou-se o Universo de identificação e proteção deles(os portadores).
-É um castigo?
-Não!
Se você souber administrar todo esse processo e preparar-se aí sim o Amor será mais intenso e haverá folgas para o Carinho tão merecido por nossos idosos.
-Como cheguei até aqui?
Aprendendo!
Aprendendo com muita leitura, muita informação, muita prática, muitas perguntas aos especialistas, com minha mamis e comigo mesma.

Boas Energias!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Alzirinha chega aos 86 anos!

Fazer um dia diferente.
O teu olhar é como o vento
que ora sussura doces palavras.
É como o silêncio revelando
sabedoria.
...Aquele azul dos teus olhos fez minha semana começar realmente inspiradora.
Porque o corpo pode estar cansado, mas a mente precisa de conforto.
O sol me encheu de luz, mas você me energizou...

Parabéns minha Mãe!
Te Amo!O momento é todo teu!