Universo de Memórias

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Dia de Conscientização(21/09...)

Dia Mundial de Conscientização da doença de Alzheimer
21/09...







quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Mutirão oferece testes gratuitos para detecção de Alzheimer


Mutirão oferece testes gratuitos para detecção de Alzheimer

Profissionais de saúde promovem, na próxima sexta-feira, 20, das 9h às 21h, um dia de testes gratuitos de memória para diagnosticar precocemente o Mal de Alzheimer, no terceiro piso do Shopping Barra. O "Mutirão de Diagnóstico Precoce de Alzheimer - Não Deixe seu Cérebro ser Vítima do Amanhã" marca a passagem do Dia Mundial da Doença de Alzheimer.
No dia seguinte, 21, as pessoas que tiverem apresentado alteração nos testes serão atendidas também gratuitamente na Fundação de Neurologia e Neurocirurgia (R. Deocleciano Barreto, 10 - Chame-Chame), das 7h às 14h, onde passarão por uma bateria de avaliação neurológica com realização de EEG - eletroencefalograma e TAC - tomografia axial do crânio. Caso seja necessário, estas pessoas serão medicadas e acompanhadas gratuitamente no ambulatório da instituição, nos dias de sábado.  
A ação reúne Fundação de Neurologia e Neurocirurgia - Instituto do Cérebro e do Serviço de Neurologia HUPES / UFBA, neurologistas, psiquiatras, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e psicólogos, enfermeiras, assistentes sociais, além de estudantes de Medicina e de outros cursos da área de saúde.

Fonte:UOL

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Alzheimer é tema de simpósio no Hospital...

Doença de Alzheimer é tema de simpósio no Hospital Universitário da UFSC

O XV Simpósio da Doença de Alzheimer ocorrerá no dia 24 de setembro de 2013, no Auditório do Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago, Campus de Florianópolis. As inscrições devem ser feitas no dia e no local do evento, a partir das 7h30min. O evento, em alusão ao dia mundial da doença - 21 de setembro -, é realizado pela Associação Brasileira de Alzheimer, Seção Santa Catarina, em parceria com o Grupo de Ajuda Mútua de Familiares de Idosos Portadores da Doença de Alzheimer ou Doenças Similares.
O Simpósio visa capacitar e atualizar profissionais, acadêmicos e familiares acerca da doença de Alzheimer, formas de tratamento e cuidado.

Serviço

O quê: XV Simpósio da Doença de Alzheimer.
Quando:  24 de setembro de 2013.
Onde: Auditório do HU.
Informações: (48) 3721-8041.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A Fisioterapia é de vital importância
























*Obs: No estágio de minha Mãe é o trabalho com a parte pulmonar(como prioridade).

Evidente que se tem outras ações associadas por estudos e práticas da Fisioterapeuta dela.


*A fisioterapia habilita o indivíduo comprometido(funcionalmente)a desempenhar suas atividades da melhor maneira e pelo menor tempo possível, com mais autonomia. Os principais aspectos da assistência são preventivos, elaborados para manter o indivíduo mais ativo e independente possível.

*O processo de reabilitação também inclui a realização de modificações ambientais necessárias para segurança do paciente e de modo que esse possa viver em um ambiente o mais aberto possível. Quedas podem ser devido a riscos ambientais o mais (iluminação inadequada, pisos escorregadios, tapetes soltos, etc). Tais riscos devem ser evitados. Os ambientes devem manter um apresentação familiar (não mudar a disposição da mobília desnecessariamente) e barras presas na parede e corrimãos devem ser instalados nos locais necessários.

*As técnicas de fisioterapia serão as mesmas que usamos nas pessoas de terceira idade que não apresentam demência, mas a maneira de abordá-las exige habilidade especial. O paciente pode não aparecer interessado em saber como a falta de flexibilidade articular, a fraqueza muscular ou o edema poderão afetá-lo, não tem condições de entender a relação que existe. O preparo antecipado dos planos de terapêutica  impede que o fisioterapeuta pareça indeciso. O preparo de explicações claras e simples darão melhores resultados. A instrução deverá ser repetida da mesma forma; o emprego das palavras diferentes poderá confundir o paciente. Não é aconselhável entrar em conversas desnecessárias, pois podem desnorteá-lo mais ainda. Lançar mãos de gestos e sinais físicos para esclarecer e reforçar as instruções exigentes.
 

*O estabelecimento de metas realizáveis no tocante à mobilidade é muito útil. Mesmo as realizações mais modestas merecem ser recompensadas por parabéns e pelo interesse que o fisioterapeuta demonstra pela pessoa.

*A meta de reabilitação precisa ser redefinida para assegurar que o paciente permaneça seguro, independente, e capaz de realizar atividades da vida diária e atividades instrumentais da vida pelo máximo de tempo que for razoável.

*O processo de reabilitação pode começar enquanto o trabalho de diagnóstico está ainda sendo feito. Isso pode tornar a forma de treinamento básico em atividades da vida diária. Isso inclui o treinamento de atendentes para a assistência de paciente e a reabilitação de modificações ambientais necessárias para a segurança da pessoa confusa de modo que essa possa viver em um ambiente o mais aberto possível. Uma vez o diagnóstico tenha sido estabelecido, pode ser feito o planejamento cuidadoso para a assistência.

*Nos estágios iniciais e médios da doença, a intervenção fisioterápica geralmente pode prolongar a habilidade de movimentar-se com facilidade.

*É importante observar que inicialmente a intervenção fisioterápica pode ser potencialmente envolvida com a facilitação do planejamento motor e planejamento para compensação de perdas nas atividades de vida diária. A habilidade para andar é perdida mais tarde, e outros estudos relatam níveis comparáveis de comprometimento.

*A intervenção fisioterápica para assistir o paciente e treinar os atendentes envolve a facilitação dos movimentos e planejamentos motor e o desenvolvimento ou refinamento de pistas ambientais e cognitivas para ajudar a realizar tarefas complexas.
O comprometimento cognitivo é o fator limitante. A análise ajuda o atendente a prover somente a ajuda que é absolutamente necessária, com os pacientes continuando a realizar sozinhos como por exemplo: para escovar os dentes. O paciente precisa ser capaz de lembrar o comando, identificar a escova de dentes e realizar a ação motora. O paciente pode somente precisar de ajuda de alguém que coloque a escova em sua mão e a guie lentamente para a boca para que seja capaz de escovar os dentes.

*A primeira meta da reabilitação é criar um ambiente (emocional e físico) que dê suporte (trabalhar ativamente para compensar as perdas cognitivas específicas dos pacientes na medida em que forem ocorrendo gradualmente). A meta final é ajudar os pacientes a sentirem que eles são capazes, de modo que continuem a tentar fazer por si próprios as coisas que possam fazer com segurança, independentemente de permanecerem em sua casa ou estarem vivendo em uma casa de repouso.
Em cada sessão os movimentos precisam ser equilibrados com períodos adequados de repouso para assegurar que o paciente não atingirá o ponto de fadiga e exaustão. São preferíveis freqüentes e breves períodos de atividade física.

*O fisioterapeuta pode contribuir muito com a melhora da qualidade de vida do paciente e da família.

*Objetivos da reabilitação fisioterápica:

- Diminuir a progressão e efeitos dos sintomas da doença

- Evitar ou diminuir complicações e deformidades

- Manter as capacidades funcionais do paciente (sistema cardiorrespiratório)

- Manter ou devolver a funcionalidade das articulações,

- Evitar contraturas e encurtamento musculares (imobilização no leito)

- Evitar a atrofia por desuso e fraqueza muscular

- Incentivar e promover o funcionamento motor e mobilidade

- Orientação sobre as posturas corretas

- Treino do padrão da marcha

- Trabalhar os padrões do funcionamento sistema respiratório (fala, respiração, expansão e mobilidade torácica)

- Manter ou recuperar a independência funcional nas atividades de vida diária

*Consiste basicamente na fisioterapia motora, que engloba desde exercícios ativos, passivos, auto-assistidos, contra-resistência, isométricos, metabólicos, isotônicos, ou seja, qualquer tipo de movimento é bem vindo no tratamento. Quando chega a uma segunda fase esta patologia, deve-se estimular atividades para que o paciente não fique o tempo inteiro na cama, evitando assim escaras de decúbito, comumente relatadas. Alongamentos e atividades de relaxamento podem ser realizados.

*Outras modalidades de tratamento são eficazes, como a parte de exercícios para o condicionamento aeróbico, como estimular o paciente a realizar caminhadas, tanto por percursos diferentes, ou dependendo pelo mesmo percurso, estimulando assim concomitantemente a memória do paciente. Bicicletas estacionárias também são de grande valia, assim como se possíveis trabalhos de hidroterapia.

*Exercícios para o equilíbrio são fundamentais para a desenvoltura do paciente, como exercícios com bastões, bola, descarga de peso gradual, andadores, percursos.

*Pode realizar atividades em que se estimule o raciocínio do paciente, como atividades de escrever, decorar palavras, nomear objetos, que levam a um estímulo da memória.




 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

As Coceiras e Alergias

















Leio muitos relatos a respeito de "coceiras"(alergias) nos portadores de Alzheimer e por este motivo uma breve explicação aqui no blogspot.

Considerando, também, que os desencadeadores podem estar relacionados ao clima(estações do ano), regiões, aos alimentos, sabonetes, algum tipo de sabão utilizado para lavagem das roupas, cremes, a água do banho(quando muito quente), o uso de talcos(algumas pessoas são sensíveis), cobertas(sempre lençóis abaixo delas).

Seguem outras situações relativas aos medicamentos:
Manchas na pele são um dos sintomas alérgicos causados por medicamentos.

Irritação nos olhos, nariz escorrendo, coceira, formigamento e pele avermelhada são sinais típicos de uma reação alérgica. Mas, o que muita gente não sabe é que esse tipo de alergia pode ocorrer após tomar algum medicamento.

De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), cerca de 12% da população sofre de alergia a algum tipo de medicamento. E os analgésicos e os anti-inflamatórios respondem por 40% dos casos.

Segundo o dermatologista Anderson Bertolini, a partir do momento que a pessoa desenvolve alergia a um medicamento, permanece alérgico por toda a sua vida.

"Geralmente quando a pessoa apresenta uma reação cutânea adversa ao medicamento, ela pode sofrer consequências graves como a anafilaxia - inchaço da boca, olhos, língua e, principalmente, da glote (espécie de válvula pode onde passa o ar antes de entrar na traqueia) – que pode colocar a vida da pessoa em risco", explica.

A alergia medicamentosa pode se manifestar logo após a tomada do medicamento ou mesmo dias e semanas depois, o que pode dificultar o diagnóstico.

"O ideal é analisar o histórico do paciente e os medicamentos que foram ingeridos nas últimas semanas. Em alguns casos é possível fazer um teste para comprovar a reação no organismo", destaca o dermatologista.

Quando ocorrem reações alérgicas os sintomas mais comuns são edema (inchaço) da face, sobretudo nos lábios, olhos e pálpebras; urticária; angiodema; coceira e erupção na pele. Em alguns casos, o paciente pode sentir desconforto respiratório, falta de ar, diarreia, vômito, cólicas intestinais ou choque anafilático, que é o grau máximo de alergia.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

No Brasil, a porcentagem dos idosos com Alzheimer

No Brasil, 7% dos idosos têm Alzheimer

Ana Paula Yabiku Gonçalves
ana.goncalves@jcruzeiro.com.br
Programa de estágio


Das mais de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade que vivem no Brasil hoje, de 6 a 7% convivem diariamente com a Doença de Alzheimer. Reparou? A nomenclatura correta é Doença e não Mal de Alzheimer. Isso porque, de acordo com o geriatra Paulo Renato Canineu, a denominação "mal" refere-se a doenças cujas origens ainda são desconhecidas. E, embora ainda não haja uma medicação ou intervenção que possa modificar o curso do Alzheimer, já se sabe como ele se desenvolve e de onde vem. "Mal de Alzheimer é usado de forma universal, mas estamos tentando mudar a mente das pessoas para a nova conceituação", explica.

Considerada uma enfermidade neurodegenerativa, a Doença de Alzheimer acomete principalmente o cérebro. Num primeiro momento, atinge a região dos lobos temporais, responsáveis pelo controle da memória; e, em seguida, se alastra por todos os cantos do órgão. Começa com um leve comprometimento da memória até que, mais tarde, aparece como uma deficiência de funcionalidade e do desempenho geral da pessoa.

A doença vem ganhando mais destaque desde o final do século passado, quando passou a existir uma maior preocupação com o estudo do cérebro. "O envelhecimento cerebral sempre foi um grande desafio e, ao estudá-lo, verificou-se que o acometimento da memória e das funções executivas das pessoas é o que mais tem ocorrido nos últimos anos", esclarece o médico.

O aumento da sua incidência deve-se, principalmente, à atual realidade da longevidade: a população vive cada vez mais. Afinal, embora possa ocorrer em vítimas com menos de 60 anos, a Doença de Alzheimer é muito mais comum depois desta idade. Por volta de 1900, a expectativa de vida no Brasil era de 35 anos e, em 1950, chegava a 45. Hoje a expectativa de vida dos brasileiros já ultrapassa os 70 anos.

A doença foi descrita pela primeira vez em 1906, ficando esquecida até o início dos anos 80 e sendo redescoberta quando começou a se perceber um número maior de pessoas envelhecendo e apresentando problemas de esquecimento que, na maioria das vezes, comprometiam o seu desempenho e a sua qualidade vida. Na primeira ocasião, foi descoberta e apresentada em um congresso médico, em Berlim, pelo neuropatologista alemão Alois Alzheimer, que prestava serviços em um hospital psiquiátrico de Frankfurt.

Alzheimer viveu de perto a evolução da doença ao acompanhar a internação da paciente Augustine D. (apenas D, pois ela não se lembrava mais do sobrenome todo), com 51 anos na época. Durante mais de dois anos, Augustine se queixou de alterações de memória e desenvolvimento, alucinações visuais, delírios de perseguição e ciúmes. Durante o dia, o alemão era clínico e, à noite, aproveitava para realizar estudos aprofundados com cérebros humanos de doadores.

A carreira brilhante levou-o para outros lugares da Alemanha, mas sem que a situação da paciente deixasse de ser acompanhada, mesmo à distância. Assim que Augustine faleceu, Alzheimer foi convidado, com autorização da família, a estudar seu cérebro e descrever as alterações que ele apresentava. Foi aí que a Doença de Alzheimer deixou de ser um simples borrão para ganhar o mundo.

Dá para se prevenir?

A boa notícia é que, por meio dos fatores de risco que predispõem o problema, é possível sim se falar em prevenção da Doença de Alzheimer. É preciso, no entanto, detectá-los o quanto antes para cortar tudo o que faz mal e, assim, beneficiar o cérebro do indivíduo. "Quando diagnosticamos os sinais numa pessoa de meia idade ainda temos tempo de controlá-los e de mudar o seu ritmo de vida", ressalta Paulo. Os fatores de risco do Alzheimer são os mesmos das doenças cardiovasculares e cérebro-vasculares: pressão alta, diabetes, distúrbio de colesterol, vida sedentária, síndrome metabólica, obesidade, tabagismo e uso indevido de álcool.

Praticar atividades cognitivas que estimulem a capacidade de pensar, raciocinar, de usar abstração, julgar e executar, com frequência, ajudam a proteger o cérebro. Fazer palavras-cruzadas, em especial quando você aprende novas palavras e as incorpora ao seu vocabulário, é extremamente positivo. "O próprio jogo de baralho e a leitura são saudáveis para o indivíduo. É importante ter uma meta, raciocinar e enfrentar diversidades de situações, mesmo que pequenas."

A prática regular de atividade física também é essencial. Bastam 20 minutos diários de caminhada, repetidos quatro vezes por semana. Afinal, explica o geriatra, a continuidade pode estimular a produção de fatores cerebrais que acabam por proteger a memória. Mais importante ainda é permitir que as vítimas do Alzheimer tenham uma atividade social satisfatória. Além de levar à doenças como a demência, o isolamento social só traz malefícios. "A pessoa precisa estar de bem com a vida, se relacionar com outras pessoas, com os vizinhos, com o mundo", completa. (Supervisão: Regina Helena Santos)
Notícia publicada na edição de 28/08/13 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 010 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.